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Ponto e jornada

Ponto por reconhecimento facial e geolocalização: vale a pena?

Equipe Rhally · 5 min de leitura

O relógio de ponto na parede ainda é comum, mas tem limites claros: exige que todo mundo passe pelo mesmo lugar, não funciona para equipes externas e não impede que um colega bata o ponto pelo outro. O ponto por reconhecimento facial resolve esses três problemas.

Como funciona

O colaborador abre o aplicativo no celular (ou usa um tablet instalado como totem), a câmera confirma que o rosto é dele e o registro é gravado com data, hora e localização. Na hora, ele recebe o comprovante.

O que muda na prática

  • Fim da batida por outra pessoa: o registro só é aceito com o rosto do próprio colaborador.
  • Equipes externas e várias unidades: a geolocalização mostra onde cada batida aconteceu, sem precisar de um relógio em cada local.
  • Sem equipamento para comprar: o celular do colaborador ou um tablet comum fazem o papel do relógio.
  • Menos dúvida no fim do mês: o próprio colaborador vê suas batidas e o banco de horas no aplicativo.

E a legislação?

As regras do registro eletrônico de ponto estão consolidadas na Portaria 671 do Ministério do Trabalho, de 2021, que prevê o ponto por programa (software), além dos relógios convencionais e dos sistemas alternativos autorizados por acordo coletivo. O ponto por aplicativo precisa emitir comprovante ao trabalhador e manter os registros disponíveis para fiscalização.

Atenção à LGPD: a biometria facial é um dado pessoal sensível. A empresa deve informar a finalidade (validar o registro de ponto), restringir o acesso e manter isso claro na política de privacidade.

Quando faz mais diferença

  • Operações com turnos e muita gente entrando e saindo ao mesmo tempo.
  • Equipes de campo, obras, vendas externas e prestação de serviço em clientes.
  • Redes com várias lojas ou filiais.
  • Empresas que já tiveram problema com ponto batido por terceiros.

Vale a pena?

Para a maioria das empresas, sim. O custo costuma ser menor que o de manter relógios físicos, a confiabilidade do registro aumenta e o RH ganha tempo no fechamento. O ponto de atenção é escolher um sistema que, além do reconhecimento facial, cuide do resto da rotina: conferência, ocorrências, banco de horas e cartão de ponto.

Reconhecimento facial: Registro de ponto por reconhecimento facial no celular ou no totem, com geolocalização e comprovante pela Portaria 671.

Veja o ponto facial da Rhally →

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